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terça-feira, 15 de março de 2011

Projeto FÁBRICA VERDE

Foi lançado no dia 16 de fevereiro de 2011, o projeto do SESI “Fábrica Verde”, no auditório térreo do Edifício Casa da Indústria, em Campo Grande.

A idéia deste projeto é chamar a atenção das pessoas para o aumento do número de espécies da fauna pantaneira ameaçadas.

São 12 animações, com um minuto cada, que contam um pouco da história de animais em extinção que ainda habitam Mato Grosso do Sul, são eles: Arara-azul-grande, ariranha, cachorro-vinagre, cervo-do-pantanal, codorna-buraqueira, galito, gato-do-mato, lobo-guará, onça-pintada, tico-tico-do-campo, tamanduá-bandeira e tatu-canastra.

Com o projeto o SESI pretende criar uma forma de conscientizar as crianças de forma lúdica, através da linguagem audiovisual, transformando-os em adultos preocupados com o desenvolvimento do planeta de uma forma sustentável.


Vídeos:


Arara-Azul-Grande



Ariranha



Cachorro-Do-Mato-Vinagre



Cervo-Do-Pantanal



Codorna-Buraqueira



Galito



Gato-Do-Mato



Lobo-Guará



Onça-Pintada



Tico-Tico-Do-Campo



Tamanduá-Bandeira



Tatu-Canastra



Fonte:
www.fiems.org.br

terça-feira, 18 de maio de 2010

Aquário Pantanal - CEPRIC

Centro de Pesquisa e Reabilitação da Ictiofauna – CEPRIC é um projeto de criação de um aquário municipal de água doce em Campo Grande-MS.

O Aquário Pantanal, nome popular para o CEPRIC, ficará localizado dentro do Parque das Nações Indígenas (próximo da Avenida Afonso Pena), será o maior aquário nacional e primeiro de porte internacional do Brasil (com padrão chamado de “Word Class Aquarium”), com 17 mil metros quadrados (90m de comprimento e 18m de altura), 16 grandes aquários dentro do prédio, além dos 05 instalados na área externa, neles estarão presente 4.275.000 litros de água e 263 espécies da fauna aquática.

O projeto do Aquário Pantanal é do arquiteto Ruy Ohtake e vem sendo elaborada por Ruy e o oceanógrafo Hugo Gallo, juntamente com secretários de Estado de Governo do Estado de Mato Grosso do Sul.

As obras de construção do aquário devem começar no segundo semestre de 2010 e a conclusão deve ser no final do ano de 2011 (duração aproximada de 18 meses), serão investidos cerca de R$ 80 milhões vindos do programa estadual MS Forte. Para receber o aquário, o Parque das Nações Indígenas receberá também um investimento de R$ 1,2 milhão para a iluminação pública, a obra deve durar seis meses.

O aquário possui propósitos contemplativos, turísticos, educacionais e científicos. A finalidade do projeto é incentivar o desenvolvimento de projetos de pesquisa e diálogos com universidades nacionais e internacionais, educação ambiental e ainda funcionar como um espaço de turismo e lazer para a população campo-grandense.

O aquário apresentará espécies de peixes, anfíbios e répteis da fauna sul-mato-grossense, parte das espécies vegetais locais, além de espécies da Amazônia, Bacia do Paraná e do litoral brasileiro, tornando-se referência mundial como aquário de água-doce.

Todos os tanques serão separados tematicamente, entre espécies e ambientes geográficos. Eles demonstrarão a biodiversidade do Brasil com reproduções de manguezais, mar costeiro, bacia e ornamentais amazônicas, além da fauna e flora do Pantanal e de Bonito. O maior tanque será o do Rio Paraguai, com capacidade total de 1.480 m³ e túnel de acrílico em formato cilíndrico.

A interatividade promete ser a grande atração, tendo um tanque de observação, onde as pessoas poderão tocar em alguns animais. O visitante poderá contemplar as espécies nas laterais e acima de sua cabeça, se informar sobre o clima, a água e os ecossistemas do Pantanal por meio de slides, mapas, maquetes e aparelhos sensoriais, lupas virtuais e microscópios especiais para ver espécies minúsculas, além de ter um tanque de observação com 390 m³ deverá reproduzir a fauna de Bonito, com possibilidade para mergulhos.

O prédio possuirá um amplo saguão, equipado com banheiros, setor de informações, escadas rolantes comuns e elevadores próprios para portadores de necessidades especiais com acesso para todos os setores, restaurante, lanchonete, biblioteca especializada em biodiversidade de água-doce, bancada de interação e auditório para 250 pessoas. Logo atrás do palco do auditório também será construído um aquário de 105 m³.

O prédio também contará com um acesso ao córrego do Parque das Nações. Neste mesmo local estarão as instalações para os funcionários do aquário, o necrotério de animais, e a área de quarentena.

Após a inauguração, o Aquário Pantanal se tornará um novo cartão postal para Mato Grosso do Sul, desta forma é esperado um aumento significativo do fluxo de turistas para Campo Grande, beneficiando também vários setores da Capital, entre eles o hoteleiro, alimentício, transportes aéreos e rodoviários.

Uma visita rápida ao aquário pode levar até quarenta minutos, mas para poder aproveitar tudo que o aquário oferece a visita deverá durar por volta de três horas. O valor do bilhete de entrada não está definido, mas terá preços por volta de R$15,00.




VÍDEOS:





Fontes:
PMCG
Portal MS
Campo Grande News

Vídeo:
TV Morena
Informe Publicitário

terça-feira, 10 de março de 2009

PARQUE DAS NAÇÕES INDIGENAS

Um dos principais cartões postais de Campo Grande, o Parque das Nações Indígena ou originalmente Parque do Prosa, foi instalado estrategicamente nos altos da Avenida Afonso Pena, a principal avenida da cidade morena.

Para a criação do parque, foi preciso a desapropriação das terras entre os limites da Avenida Afonso Pena, Rua Extremosa, Rua Rio Prosa (mais conhecida como Via Parque), Rua Antonio Maria Coelho e o Parque Estadual do Prosa.

Criado através do Decreto nº 7.354/93, de 17 de agosto de 1993, trata-se de um fundo de vale localizado em uma área ao leste de Campo Grande. O Parque é considerado o maior parque urbano do mundo com 119 hectares de extensão. Possuí áreas para prática de lazer, policiamento, sanitários, quadras poliesportivas, pátio reservado para skate e patins e 4.000 metros de pista asfaltada para caminhada, lanchonetes, além de um grande lago formado próximo da nascente do córrego prosa.

Disponibiliza ainda áreas para shows e apresentações musicais, entre elas a Concha Acústica Helena Meireles, o prédio da administração, o prédio da Fundação de Turismo (Fundtur), a sede da Polícia Militar Ambiental (PMA), a sede do Esquadrão de Polícia Montada, um amplo estacionamento na Avenida Afonso Pena e na Rua Antônio Maria Coelho, o restaurante Yotedy (nome em tupi-guarani que em português significa Estrela), Museu do Índio, o Museu da História Natural (Museu das Culturas Dom Bosco) e o Museu de Arte Contemporânea de Mato Grosso do Sul – MARCO.

O parque preserva parte da vegetação então existente, formada por árvores frutíferas e ornamentais, e de mata ciliar ao longo do córrego Prosa, que corta a extensão do complexo. Cerca de 70% da vegetação é formada por cobertura em grama e árvores plantadas recentemente, entre elas destacam-se jatobá, aroeira, ipê, angico, figueira, guatambu, mangueira, capitãozinho, manduvi, cedro, e outras vegetações nativas.

Em relação aos animais, é comum ver na região capivaras, tatus-pebas, cotias, tucanos, araras, sagüis, mutuns, patos e gansos. Além disso, como o parque faz divisa com o Parque Estadual do Prosa, unidade de conservação ambiental, em algumas épocas é possível até mesmo ver tamanduás, veados e lobinhos.

Nos últimos anos a região onde se localiza o parque está em grande desenvolvimento, na área encontram-se construções de grandes empreendimentos como hotéis, shoppings, centros comerciais, o Pavilhão de Exposições Albano Franco, prédios e loteamentos residenciais.

Para facilitar o fluxo de entrada e saída do parque, foram criados seis portões de acessos chamados de Portais, cada portão de acesso recebeu um nome das nações indígenas e são eles:

Portal Kaiowa (primeiro portão da Av. Afonso Pena no sentido centro / Parque dos Poderes, o mais perto do lago);

Portal Guarani (segundo portão da Av. Afonso Pena no sentido centro / Parque dos Poderes, entrada da Fundtur);

Portal Ñhandeva (terceiro portão da Av. Afonso Pena no sentido centro / Parque dos Poderes, Entrada do Museu do Índio);
Portal Kadiweu (R. Antonio Maria Coelho, ao lado do Marco);

Portal Terena (segundo na Av. Antonio Maria Coelho, sentido centro / Parque dos Poderes);

Portal Ofaié/Xavante (Av. Mato Grosso, entrada da Polícia Militar Ambiental - PMA).


A estrutura do parque fica aos cuidados do Governo do Estado e conta com 26 funcionários que zelam pela limpeza, manutenção, administração e segurança, esta última reforçada pela Polícia Militar.

O Parque das Nações Indígenas é aberto ao público de terça-feira a domingo das 6h às 21h. Nas segundas-feiras, apenas o portal Guarani fica aberto. Não é recomendável fornecer alimentos aos animais e é proibido nadar e pescar no lago e no córrego Prosa.


Fontes:
www.uol.com.br

www.portalms.com.br


Outros sites relacionados:

www.marcovirtual.com.br

www.fundacaodecultura.ms.gov.br

www.yotedy.com.br

www.turismo.ms.gov.br/

www.pm.ms.gov.br/


Fotos: Felipe Mesquita