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domingo, 21 de agosto de 2011

Campo Grande em Close


A TV Brasil Pantanal desenvolveu uma série chamada Campo Grande em Close com fotógrafos mostrando a visão deles da Capital Morena. Essa produção foi uma homenagem aos 112 anos que Campo Grande completara no dia 26 de agosto no ano de 2011.

São 07 programetes com os fotógrafos Alexis Prappas, Denilson Secreta, Roberto Higa, Elis Regina, Vânia Jucá, Tiago Quevedo e Matheus Almeida.

Cada episódio da série Campo Grande em Close tem a duração um pouco inferior a 02 minutos e serão exibidos no Jornal Repórter MS às 18 horas, no canal 4 (VHF - sinal aberto) e canal 15 na (NET) e nos intervalos da programação.

Confira alguns vídeos abaixo:

Alexis Prappas


Denilson Secreta


Roberto Higa


Elis Regina


Vânia Jucá



quarta-feira, 3 de novembro de 2010

A volta do Trem do Pantanal


Depois de 18 anos parado o Trem do Pantanal está de volta. Reinaugurado no dia 08 de maio de 2009 teve a presença do Governador do Estado de Mato Grosso do Sul, André Puccinelli, e do presidente da república, Luiz Inácio Lula da Silva.

O Trem do Pantanal precisou de um investimento de mais de R$ 44 milhões para sair do projeto que vieram do Ministério do Turismo, Governo Estadual de Mato Grosso do Sul e iniciativa privada.

Desde o dia 16 de maio as viagens estão disponíveis para o público. O trem conta com vagões classe econômica, turístico, executivo, camarotes todos com ar condicionado, além de conter vagões destinados à serviços gerais e restaurante. Estão disponíveis 282 assentos que podem ser expandidos de acordo com a demanda podendo passar de 400 acentos.

A viagem de ida sempre acontece aos sábado, às 7h30, saindo de Campo Grande e terminando em Miranda. A volta acontece aos domingos, saída de Miranda às 8h30 com destino à Capital. A viagem deve durar entre sete e oito horas, um total de 220 quilômetros, com uma parada para almoço na Estação de Aquidauana.

CORUMBÁ

Existia uma expectativa que o Trem do Pantanal chegasse à Corumbá até maio de 2010, mas até agora não entrou em atividade. Contudo Corumbá dever ter condições técnicas de receber o Trem do Pantanal no primeiro semestre de 2011. A chegada do trem à Corumbá dará condições de continuar a viagem pelo Pantanal boliviano.

VÍDEOS:




Reinauguração Trem do Pantanal



História do Trem do Pantanal


Início do Trem do Pantanal




Fotos:
Ariosto Mesquita

Vídeos:
TV MS - Record
TV Morena - Globo
Maestro Billy Ney

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Sobá

O Sobá é um prato com base o macarrão de trigo sarraceno (toshikoshi-soba) típico da capital sul-mato-grossense. Chegou com os imigrantes japoneses (província de Okinawa) em 1908 e foi adaptado para a culinária local.

O sobá campo-grandense tem seu diferencial, que é uma adaptação dos produtos locais à culinária oriental, era consumido, a princípio, apenas pelos imigrantes. No entanto, anos mais tarde, tornou-se um prato típico de Campo Grande, amplamente divulgado nos restaurantes e nas dezenas de sobarias.

O Sobá é um dos principais pratos da Feira Central de Campo Grande. Neste mesmo local é realizado desde 2006 o Festival do Sobá.


Receita:

O prato é feito basicamente da seguinte forma:

Em uma panela, cozinha-se o osso de porco com água. Coa-se o caldo que é temperado com molho de soja (shoyu), saquê, gengibre e sal. Serve-se em uma tigela chinesa ou cumbuca, é colocado o macarrão, carne (porco, gado ou frango), cebolinha e omelete picados.


Curiosidades:


Hoje a Cidade de Campo Grande é a terceira maior Cidade do Brasil em números de descendentes japoneses, atrás apenas de São Paulo e Curitiba.

Em uma das entradas da Feira Central de Campo Grande há um monumento de uma cumbuca de sobá.

Campo Grande/MS é a segunda cidade no país a ter uma legislação específica para o registro dos bens culturais de natureza imaterial por meio do decreto municipal n° 9.685, de 18 de julho de 2006. O sobá foi registrado como o primeiro bem imaterial de seu Patrimônio Histórico e Cultural.


Festival do Sobá

O Festival do Sobá que em 2010 chega a sua 5ª. Edição mobiliza a cidade atrai turistas do interior do estado e até de outros pontos do país. Este ano o evento inicia-se no dia 05/08 (quinta-feira) e termina no dia 08/08 (Domingo).


ATRAÇÕES (
Festival do Sobá 2010):

5 de agosto (quinta-feira)

19h30
- Abertura oficial do Festival do Sobá com autoridades nacionais, estaduais e municipais
- Demonstrações culturais japonesas e sul-matogrossenses

20h-22h
- Oficinas no Armazém Cultural

21h
- Show com Fábio Junior

6 de agosto (sexta-feira)

20h30
- Danças brasileira e japonesa

7 de agosto (sábado)

12h-14h
- Atração cultural japonesa

20h
- Taiko

21h
- Show com grupos regionais Alex Silva e Osiel, Mattos e Michel e Flávio e Jean

8 de agosto (domingo)

12h-14h
- Karaokê – pout-pourri nacional e internacional

16h
- Corrida do Sobá

18h30
- Concurso O Comilão do Sobá (prêmio de 1.500,00 em dinheiro)

21h
- Show de encerramento com a dupla Mato Grosso e Mathias

A feira central localiza-se no seguinte endereço:
Rua 13 de julho, 3351, Centro.
Telefone (67) 3317-4671

terça-feira, 18 de maio de 2010

Aquário Pantanal - CEPRIC

Centro de Pesquisa e Reabilitação da Ictiofauna – CEPRIC é um projeto de criação de um aquário municipal de água doce em Campo Grande-MS.

O Aquário Pantanal, nome popular para o CEPRIC, ficará localizado dentro do Parque das Nações Indígenas (próximo da Avenida Afonso Pena), será o maior aquário nacional e primeiro de porte internacional do Brasil (com padrão chamado de “Word Class Aquarium”), com 17 mil metros quadrados (90m de comprimento e 18m de altura), 16 grandes aquários dentro do prédio, além dos 05 instalados na área externa, neles estarão presente 4.275.000 litros de água e 263 espécies da fauna aquática.

O projeto do Aquário Pantanal é do arquiteto Ruy Ohtake e vem sendo elaborada por Ruy e o oceanógrafo Hugo Gallo, juntamente com secretários de Estado de Governo do Estado de Mato Grosso do Sul.

As obras de construção do aquário devem começar no segundo semestre de 2010 e a conclusão deve ser no final do ano de 2011 (duração aproximada de 18 meses), serão investidos cerca de R$ 80 milhões vindos do programa estadual MS Forte. Para receber o aquário, o Parque das Nações Indígenas receberá também um investimento de R$ 1,2 milhão para a iluminação pública, a obra deve durar seis meses.

O aquário possui propósitos contemplativos, turísticos, educacionais e científicos. A finalidade do projeto é incentivar o desenvolvimento de projetos de pesquisa e diálogos com universidades nacionais e internacionais, educação ambiental e ainda funcionar como um espaço de turismo e lazer para a população campo-grandense.

O aquário apresentará espécies de peixes, anfíbios e répteis da fauna sul-mato-grossense, parte das espécies vegetais locais, além de espécies da Amazônia, Bacia do Paraná e do litoral brasileiro, tornando-se referência mundial como aquário de água-doce.

Todos os tanques serão separados tematicamente, entre espécies e ambientes geográficos. Eles demonstrarão a biodiversidade do Brasil com reproduções de manguezais, mar costeiro, bacia e ornamentais amazônicas, além da fauna e flora do Pantanal e de Bonito. O maior tanque será o do Rio Paraguai, com capacidade total de 1.480 m³ e túnel de acrílico em formato cilíndrico.

A interatividade promete ser a grande atração, tendo um tanque de observação, onde as pessoas poderão tocar em alguns animais. O visitante poderá contemplar as espécies nas laterais e acima de sua cabeça, se informar sobre o clima, a água e os ecossistemas do Pantanal por meio de slides, mapas, maquetes e aparelhos sensoriais, lupas virtuais e microscópios especiais para ver espécies minúsculas, além de ter um tanque de observação com 390 m³ deverá reproduzir a fauna de Bonito, com possibilidade para mergulhos.

O prédio possuirá um amplo saguão, equipado com banheiros, setor de informações, escadas rolantes comuns e elevadores próprios para portadores de necessidades especiais com acesso para todos os setores, restaurante, lanchonete, biblioteca especializada em biodiversidade de água-doce, bancada de interação e auditório para 250 pessoas. Logo atrás do palco do auditório também será construído um aquário de 105 m³.

O prédio também contará com um acesso ao córrego do Parque das Nações. Neste mesmo local estarão as instalações para os funcionários do aquário, o necrotério de animais, e a área de quarentena.

Após a inauguração, o Aquário Pantanal se tornará um novo cartão postal para Mato Grosso do Sul, desta forma é esperado um aumento significativo do fluxo de turistas para Campo Grande, beneficiando também vários setores da Capital, entre eles o hoteleiro, alimentício, transportes aéreos e rodoviários.

Uma visita rápida ao aquário pode levar até quarenta minutos, mas para poder aproveitar tudo que o aquário oferece a visita deverá durar por volta de três horas. O valor do bilhete de entrada não está definido, mas terá preços por volta de R$15,00.




VÍDEOS:





Fontes:
PMCG
Portal MS
Campo Grande News

Vídeo:
TV Morena
Informe Publicitário

sexta-feira, 23 de abril de 2010

AACC/MS

A AACC/MS (Associação dos Amigos das Crianças com Câncer de Mato Grosso do Sul) é uma instituição exemplo, que visa contribuir para erradicação do câncer infanto-juvenil. Sua atuação é sem fins lucrativos e trabalha para tratar e curar crianças e adolescentes com câncer, com idade entre 0 a 18 anos, vindas de Campo Grande, interior de Mato Grosso do Sul e de outras cidades e do estados e de países visinhos.

A AACC/MS foi fundada em 29 de março de 1998. Nesta época não havia condições de atendimento de crianças com câncer, desta forma duas grandes metas foram definidas para a AACC/MS: a providência de um local para abrigar as crianças e um outro, onde as mesmas pudessem receber tratamento médico hospitalar.

Hoje a instituição conta com sede própria na qual se localiza a Casa de Apoio (Avenida Ernesto Geisel, número 3.475, Bairro Orpheu Baís), que hospeda a criança doente e a sua acompanhante enquanto dura o tratamento, oferecendo acompanhamento escolar, atividades lúdico-pedagógicas e todo suporte social e psicológico para o enfrentamento da doença. A instituição ainda viabiliza transporte para o hospital e rodoviária, e além de passagens para os seus domicílios (dentro de todo o território de Mato Grosso do Sul).

A instituição atua junto com o sistema de saúde municipal, estadual e federal. Em parceria com o Hospital Regional de Mato Grosso do Sul (Hospital Regional Rosa Pedrossian) tem-se o CETOHI - Centro de Tratamento Onco-Hematológico Infantil, instalado no 8º andar, com 34 leitos, onde se processa o tratamento via SUS.

O CETHOI foi adaptado e equipado pela AACC/MS com brinquedoteca, sala de aula, consultório odontológico, biblioteca, além da decoração e o diferencial de pintura voltada ao mundo infantil em todo o andar.

Tanto no CETOHI quanto na Casa de Apoio, é desenvolvido vários projetos lúdico-pedagógicos visando o equilíbrio emocional das crianças em tratamento. As famílias que moram em Mato Grosso do Sul, incluindo a capital, recebem regularmente cestas básicas e vales-transporte como incentivo ao tratamento e a não desistência por razões materiais.


A AACC/MS sobrevive de doações, vendas no bazar e cozinha de produção, além de arrecadações em eventos como os Feirões, festas juninas e julinas, LeiloFashion, Miss Doll, McDia Feliz, entre outros.




- CETOHI


O CETOHI - Centro de Tratamento Onco-Hematológico Infantil, fica no 8° andar do Hospital Regional Rosa Pedrossian e é lá que as crianças recebem o tratamento. Este Centro fará 10 anos este ano graças à parceria feita em 2000 entre a AACC/MS, UFMS e Governo do Estado.


A AACC/MS apóia o tratamento no CETOHI da seguinte forma:

- Capacita seus voluntários para atuarem na brinquedoteca, enfermaria, isolamento e apoio administrativo;
- Oferece transporte das famílias do Hospital para Casa Apoio, rodoviária, laboratórios etc..
- Viabiliza exames médicos na Capital;
- Disponibiliza serviços de Psicologia e Assistência Social com profissionais das áreas;
- Oferece cestas básicas para as famílias das crianças em tratamento;
- Oferece, para uso no hospital: fraldas descartáveis, complemento alimentar, material de higiene e guloseimas como gelatina, sucos e biscoitos;
- Mantém todo material lúdico-pedagógico para a brinquedoteca.


- Estação Solidária:

A Estação Solidária é o sistema de informação dos projetos da AACC/MS feita polo telefone (67) 3322-8000 implantado em novembro de 2008.

- Programa Diagnóstico Precoce:
Neste projeto a idéia é informar, por meio de cursos de capacitação, os profissionais da saúde do interior do Estado como diagnosticar os sintomas de câncer em crianças e adolescentes.


- Como ajudar a AACC/MS:

Há diversas formas de ajudar a AACC/MS e elas são:
- Doando através da conta:Banco do Brasil - Agência: 3496-7Conta corrente: 1968-2
- Pela conta telefônica.
- Dando parte de seu Imposto de Renda.
- Comprando produtos de nossa cozinha de produção.
- Trabalhando como voluntário em diversos setores.
- Doando brinquedos, calçados e roupas para nosso brechó.
- Participando de projetos mensais e anuais.
- Doando alimentos.
- Doando Papelaria e material de escritório.
- Sendo uma Empresa Amiga da AACC/MS.



A AACC/MS fica na Avenida Ernesto Geisel, número 3.475, Bairro Orpheu Baís, Campo Grande - MS. Mais informações pelo telefone (67) 3325-4000, (67) 3322-8000 ou pelo site www.aacc-ms.org.br.


OUTRAS INFORMAÇÕES:
(clique nas imagens para melhor visualização)













































































Vídeo 10 anos da AACC/MS:




No site oficial da AACC/MS você terá mais informações sobre o que é câncer, os tipos de câncer, os tratamentos e diagnósticos, além de informar-se sobre os eventos, cadastrar-se para voluntário, ver fotos e vídeos. Acesse: http://www.aacc-ms.org.br/

terça-feira, 9 de março de 2010

Tereré – A Bebida do Pantanal



O Tereré ou Erva Mate (Ilex paraguariensis) é uma bebida típica de Campo Grande que é tomada gelada com água, sucos, hortelã ou limão. Sua origem é indígena, especificamente guarani e o nome "tereré" vem do ruído do ronco da guampa, quando a bebida está terminando. Em castelhano o correto é tererê, enquanto no Brasil o mais habitual é ser chamado de tereré.

A Arvore da Erva Mate pode atingir 12 metros de altura, tem caule acinzentado, folhas ovais e fruto pequeno e verde ou vermelho-arroxeado.

De origem paraguaia, o tereré chegou ao Brasil pela fronteira, pelos paraguaios e indígenas guaranis e kaiowás. As tradições do Tereré chegaram ao Brasil por Ponta Porã, cidade sul-mato-grossense que faz fronteira com a cidade paraguaia de Pedro Juan Caballero.

A erva do tereré e do chimarrão são semelhantes, as duas derivam da erva-mate. A diferença é que o composto usado no chimarrão é mais fino do que o composto do tereré. Outra diferença é que o chimarrão é feito com água quente, o tereré é consumido com água gelada. O tereré é uma bebida agradável, refrescante e muito adequada ao clima quente da região.

A erva-mate precisa passar por um preparo antes de seu consumo. Após a colheita ela passa por um rápido processo de secagem sobre uma fonte de calor, processo esse chamado de “sapecamento”. Essa secagem é feita para evitar que a erva-mate apodreça. Depois é realizado um outro processo de secagem, este é feito em um “carijó” que é uma estrutura que sustenta a erva-mate do contato direto com o fogo ou em um “barbaquá” que é um tablado de madeira que permite o contato indireto com o calor do fogo.

Depois desse processo a erva é moída e é realizada a peneiração, para dividir o pó dos restos de talo. Após separar o pó dos restos de talo, eles são novamente reunidos. Como já dito, o composto usado para o consumo do chimarrão é diferente ao do tereré, para o composto do chimarrão é usado uma proporção geralmente de 70% de folhas reduzidas a pó e 30% de restos de talo. Enquanto o composto para o tereré é uma proporção geralmente de 50% de erva reduzida a pó e 50% de restos de talo, além disso, no tereré podem ser adicionadas outras ervas, sucos ou mesmo refrigerante ao mate.

Outra diferença é o local onde a bebida é servida. O tereré é servido na guampa, normalmente é confeccionada com chifre de boi oco. A guampa pode ser feita com outros materiais como plástico, alumínio, madeira. O chimarrão normalmente é servido na cuia, vasilha feita do fruto da cuieira.


A bomba é um dos utensílios usado para tomar o tereré. Ele é o instrumento por onde o mate será sugado. Geralmente é usado uma bomba de tubo chato, que se adapta melhor ao bocal da guampa, mas no caso do chimarrão pode ser substituído pelo formato tubular.

Estudos detectaram a presença de muitas vitaminas, como as do complexo B, as vitaminas C e D, além de sais minerais, como cálcio, manganês e potássio. O consumo da erva marte ajuda a combater os radicais livres, mas não é indicado para pessoas que sofrem de insônia e nervosismo, pois é estimulante natural.

Algumas das propriedades da erva mate é que ela auxilia na digestão e produz efeitos anti-reumático, diurético, estimulante e laxante. Para alguns o tereré uma das maneiras para se curar a ressaca da bebedeira do dia anterior. A erva mate também contém saponina, que é um dos componentes da testosterona, razão pela qual melhora a libido.


CURIOSIDADES:

- Para se tornar uma Guampa de Tereré, o chifre é extraído do boi, esvaziado e fica enterrado na lama por uns 15 dias para acabar com as impurezas, onde só depois é que fica pronta para o uso.

- Em uma roda de tereré, uma pessoa fica responsável por sempre servir a água.

- Por tradição, em uma roda de tereré, deve-se servir o tereré em sentido anti-horário, devido ao movimento feito pelos laçadores.

- A microcervejaria Dado Bier lançou uma cerveja de mate, a "Ilex".

- A banda Engenheiros do Hawaii, do Rio Grande do Sul, compôs uma canção com o nome científico da erva mate, a música "Ilex Paraguariensis". O Grupo Zíngaro, do Mato Grosso do Sul, fez uma música chamada “Roda de tereré” para homenagear o costume local.

- A erva mate também é a erva dos conhecidos chá-mate e chá verde nacional.

Os dez mandamentos do tereré:

1- Não cuspa o tereré.
2- Não mexas na bomba.
3- Nunca colocar açúcar na água.
4- Não digas que o tereré é anti-higiênico.
5- Não deixes um tereré pela metade.
6- Não te envergonhes do "ronco" no fim do tereré.
7- Jamais chamar uma guampa de cuia.
8- Não alteres a ordem em que o tereré é servido.
9- Não "durmas" (demore) com a guampa na mão.
10- Tomar tereré todos os dias.

PREPARANDO UM BOM TERERÉ:

Coloque a erva em 2/3 de uma guampa ou copo, faça leves movimentos para cima e para baixo, com a mão cobrindo a boca da guampa, a fim de deixar a erva inclinada.

Assente a bomba de lado, encostando-a no fundo da guampa.

Beba com água gelada, podendo também misturar hortelã ou limão. Alguns não permitem a mistura de suco, açúcar, refrigerantes, pois dizem que isso não é Tereré.

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Rock do Mato

“Rock do Mato” é o blog do jornalista Rafael Meira, no site da MTV Brasil, que fala sobre o rock no Estado de Mato Grosso do Sul. O Blog apresenta novas bandas, novos clipes e músicas, avisos de shows, promoções, além de citar sobre diversos eventos culturais realizados no Estado.

Em comemoração ao aniversário de um ano do blog, foi realizado o primeiro “Pêmio Rock do Mato” às 21 horas do dia 14 de novembro de 2009, no Armazém Cultural. O evento contou com a apresentação do ilusionista Rick Thibau e da jornalista Manuela Barém e a animação das bandas The New Old Cats, Jennifer Magnética, Bêbados Habilidosos, Facas Voadoras e Rock Rocket (SP).




Conheça o Blog “Rock do Mato” http://mtv.uol.com.br/rockdomato/blog
CONFIRA AS 13 CATEGORIAS E CONCORRENTES:

Melhor Clipe:
Facas Voadoras – 1h54min
Jennifer Magnética – Atrá(z) do Muro
Midnight Purple – Looking Brighter
Dumattu – Bittersweet Hostage
Zuka – Se for

Melhor Música:
Dimitri Pellz – Lucia Lambidinha
Louva Dub – Apague a Luz
Facas Voadoras – 1h54min
Jennifer Magnética – Traga um Copo D´agua
Luau Berimbau – Peso da Camisa

Melhor Álbum:
Jennifer Magnética – Licopeno
Grass – O Novo Dia
Olho de Gato – A qualquer hora
James Banda – Dentro da Moranga
Dumattu – Home Made

Melhor Show:
Bêbados Habilidosos
Jennifer Magnética
Dimitri Pellz
Lynx
Curimba

Melhor Performance:
Maíra Espíndola – Vocalista Dimitri Pellz
Lira – Baterista The New Old Cats / Rivers
Renato Fernandes – Vocalista Bêbados Habilidosos
Fábio Terra (Corvo) – Guitarrista O Bando do Velho Jack
Kleber Nogueira – Vocalista Lutano

Divulgação na Web:
Midnight Purple
Repúdio CxGx
Facas Voadoras
Curimba
Jennifer Magnética

Melhor Guitarrista:
Fábio Terra (Corvo) – O Bando do Velho Jack
Rodrigo – Bêbados Habilidosos
Jean Stringheta – Jennifer Magnética
Anderson Rocha – Olho de Gato
Julio Victor – Haiwanna / James Banda

Melhor Baixista:
Rodrigo Faleiros – Jennifer Magnética
Marcelo Rezende – Bêbados Habilidosos
Leonardo Reis – Rivers
Diego Boeno – Facas Voadoras
Adrian Okumoto – Curimba
Melhor Bateirista:
Ernane Junior – Haiwanna
Erik Tatton – Bêbados Habilidosos
João Bosco – O Bando do Velho Jack
Diogo Zarate – Jennifer Magnética
Jean Gabriel – Dimitri Pellz

Melhor Vocalista:
Leonardo Schmidt – Facas Voadoras
Renato Fernandes – Bêbados Habilidosos
Rodrigo Rivers – Rivers
Donha – Curimba
Maíra Espíndola – Dimitri Pellz

Banda Revelação:
Curimba
Gobstopper
Facas Voadoras
Thrashed
Parkers

Banda do Ano:
Facas Voadoras
Bêbados Habilidosos
Jennifer Magnética
Dimitri Pellz
Curimba

Escolha do Internauta:
Facas Voadoras – Bêbados Habilidosos – O Bando do Velho Jack – Dimitri Pellz – Jennifer Magnética – Muchileiros – Rivers – Filho dos Livres – Lynx- Zuka – Mandioca Loca – Haiwanna – Gobstopper – The New Old Cats – Curimba – Olho de Gato – Santo de Casa – Whisky de Segunda – Parkers – Repudio CxGx – Lutano – Dumattu – Louva Dub – Hollywood Cowboys – República 5 – Grass – Noradrenalina – DxDxO – James Banda – Delay.



OS VENCEDORES FORAM:

Melhor Clipe: Atrás(z) do Muro - Jennifer Magnética
Melhor Música: 1'54 - Facas Voadoras
Melhor Álbum: Licopeno - Jennifer Magnética
Melhor Show: Dimitri Pellz
Melhor Performance: Maíra Espíndola - Dimitri Pellz
Divulgação na Web: Midnight Purple
Melhor Guitarrista: Rodrigo Paiva - Bêbados Habilidosos/The New Old Cats
Melhor Baixista: Rodrigo Faleiros - Jennifer Magnética
Melhor Baterista: Jean Gabriel - Dimitri Pellz/Parkers
Melhor Vocalista: Donha – Curimba
Banda Revelação: Facas Voadoras
Banda do Ano: Bêbados Habilidosos
Escolha do Internauta: Banda Delay (com 7.269 votos)


Imagens: Divulgação

sexta-feira, 10 de julho de 2009

A MÚSICA EM CAMPO GRANDE - MS


Quem mora em Campo Grande sabe que atualmente quando se fala em música sul-mato-grossense é sinônimo de falar que é sertanejo e violada. Duplas de sucesso como Thúlio e Thiago, Maria Cecília e Rodolfo, Gilson & Junior, João Bosco e Vinícius, Jads e Jadson, sem esquecer dos grupos com a influência gaúcha como Grupo Tradição, Zíngaro, Alma Serrana são sucesso na Cidade Morena.

Outros, mais antigos, irão lembrar também de grupos, cantores e compositores apaixonados pelo pantanal como Família Espíndola, Almir Sater, Paulo Simões, Grupo Acaba, Arara Rara. No entado ainda há muita influência dos ritmos regionais e de fronteira como o chamamé, polca e a guarânia. Além do regional e do sertanejo, outros gêneros musicais também possuem um bom público em Campo Grande. São eles: Eletrônico, Rock, Blues e Reggae.

O Sertanejo possui maior público em Campo Grande, os motivos, são vários, os principais são: O gênero considerado como novo Sertanejo, denominado de Sertanejo Universitário, já é um gênero muito conhecido e muito executado pelas rádios locais; Há um grande volume de público jovem em shows, e como o nome já diz o público é em sua maioria universitário; Mato Grosso do Sul possui um grande número de duplas sertanejas espalhadas por todo Estado que vem para fazer shows não só em Campo Grande, mas também no interior de São Paulo, Minas Gerais, Parana e Goiania, deixando-os com mais prestígio na região; Além de grande volume de duplas, em Campo Grande há um farto espaço para apresentações de duplas sertanejas; sem esquecer que boa parte da economia gira em torno do agronegócio o que leva mais pessoas ouvirem sertanejo por ser uma música rural. Resumindo tudo é favorável para que o sertanejo seja o principal gênero musical de Campo Grande.

Os gêneros regionais e de fronteira são sempre lembrados pela belas e antigas músicas, mas não possuem a mesma aceitação. Estes são sempre lembrados para o público jovem em versões como “Mochileira” com Filho dos Livres (Geraldo Rocca) ”Trem do Pantanal” (Paulo Simões / Geraldo Rocca) e “Cavaleiro da Lua” (Almir Sater) com O Bando do Velho Jack ou nas raras apresentações de Almir Sater e Família Espíndola na cidade.

No Segundo e quarto domingo do mês acontece o Som da Concha, na “Concha Acústica Helena Meireles” que fica no Parque das Nações Indígenas, um projeto da Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul (FCMS) que leva duas atrações da música sul-mato-grossense, principalmente pop, rock, blues, reggae, sempre uma banda de abertura e outra principal.

No primeiro domingo de cada mês a FCMS monta um palco na arena de shows do Parque das Nações Indígenas para receber uma atração nacional e uma regional no projeto MS Canta Brasil, sendo que cada mês a atração nacional vem de um Estado diferente.

Recentemente um novo projeto da Fundação de Cultura de Campo Grande (FUNDAC) também faz algo semelhante chamado Pôr do som, realizado na “Concha Família Espíndola” na Praça do Rádio todo terceiro sábado do mês com apresentações musicais. Os projetos Som da Concha, Pôr do Som e MS Canta Brasil são atrações com entrada gratuita.

A música eletrônica é um gênero musical bem forte em Campo Grande, mas já teve mais espaço com as extintas boates Mister Dan, Limit, D-Edge, teve também a “Organic” uma das primeiras raves no Brasil. Hoje os principais locais são: Garage, Tozen, Tango e Toca Espaço Bar. O Garage faz o maior evento de Música eletrônica de Campo Grande que se chama Garage Stadium realizado no Estádio Morenão. Os principais Djs de Campo Grande são André X, Bruna Moura, Márcio Casagrande, Thiago Queiroz, Danilo Bachega, Marquinhos Espinosa. Campo Grande continua sendo uma das principais cidades-alvo dos DJs internacionais.

O Rock, Blues e Reggae não possuem muito espaço, no entanto o público está sempre presente. Locais como Bar Fly, 21 Bar e Lazer são os preferidos pelos jovens seguidores deste gênero. Campo Grande tem grande bandas de rock como Bando do Velho Jack (finalista do Skol Rock), Olho de Gato, Kayoás, Muchileiros, Filho dos Livres, Jerry Espindola e Croa entre outros.

Campo Grande sempre teve grandes shows de ícones do metal, rock e pop nacional como Skank, Sepultura, Pitty, Zeca Baleiro, Angra, Jota Quest, Tianastácia, Barão Vermelho, Paralamas do Sucesso, Titãs, Tuatha de Danann e internacionais como exemplo o Steppenwolf em uma das 11 primeiras edições do Moto Road realizadas em Campo Grande (grande encontro de
motociclismo atualmente em Florianópolis). O Blues é representado principalmente pelos Bêbados Habilidosos e Whisky de Segunda e o Reggae é por bandas como Canaroots, Canastra e Manamã.

Um grande diferencial do Mato Grosso do Sul é a existência de um sub-gênero único no país que se chama Polca Rock, uma mistura de rock, o chamamé, a guarânia e a polca-paraguaia. As bandas Rodrigo Teixeira & Mandioca Loca e Jerry Espíndola & Croa e Filho dos Livres são grande exemplos deste estilo de rock regional.

A música sul-mato-grossense é muito rica, e não se resume em Sertanejo, Regional, Eletrônico, Rock, Blues e Reggae, no entanto não é possível falar tudo, contudo já é um começo.

Fontes:
http://www.fmb.org.br
Divulgação - Grupo Zingaro (Barretos-SP)
Divulgação - Jads & Jadson (DVD - ao vivo)
Denilson Secreta (Família Espindola)
Felipe Mesquita (Concha Acústica Helena Meireles)
Pauliane Amaral (Conha Família Espíndola)
Divulgação - Garage (impresso)
Felipe Mesquita - Filho dos Livres (UNIDERP FM)
Divulgação - Capa do CD (Jerry Espíndola & Croa - polca-rock)