
Alexis Prappas
Denilson Secreta
Roberto Higa
Elis Regina
Vânia Jucá

Depois de 18 anos parado o Trem do Pantanal está de volta. Reinaugurado no dia 08 de maio de 2009 teve a presença do Governador do Estado de Mato Grosso do Sul, André Puccinelli, e do presidente da república, Luiz Inácio Lula da Silva.
Reinauguração Trem do Pantanal
História do Trem do Pantanal
Início do Trem do Pantanal
Hoje a Cidade de Campo Grande é a terceira maior Cidade do Brasil em números de descendentes japoneses, atrás apenas de São Paulo e Curitiba.
Centro de Pesquisa e Reabilitação da Ictiofauna – CEPRIC é um projeto de criação de um aquário municipal de água doce em Campo Grande-MS.
O projeto do Aquário Pantanal é do arquiteto Ruy Ohtake e vem sendo elaborada por Ruy e o oceanógrafo Hugo Gallo, juntamente com secretários de Estado de Governo do Estado de Mato Grosso do Sul.
As obras de construção do aquário devem começar no segundo semestre de 2010 e a conclusão deve ser no final do ano de 2011 (duração aproximada de 18 meses), serão investidos cerca de R$ 80 milhões vindos do programa estadual MS Forte. Para receber o aquário, o Parque das Nações Indígenas receberá também um investimento de R$ 1,2 milhão para a iluminação pública, a obra deve durar seis meses.
O aquário possui propósitos contemplativos, turísticos, educacionais e científicos. A finalidade do projeto é incentivar o desenvolvimento de projetos de pesquisa e diálogos com universidades nacionais e internacionais, educação ambiental e ainda funcionar como um espaço de turismo e lazer para a população campo-grandense.
Todos os tanques serão separados tematicamente, entre espécies e ambientes geográficos. Eles demonstrarão a biodiversidade do Brasil com reproduções de manguezais, mar costeiro, bacia e ornamentais amazônicas, além da fauna e flora do Pantanal e de Bonito. O maior tanque será o do Rio Paraguai, com capacidade total de 1.480 m³ e túnel de acrílico em formato cilíndrico.
A interatividade promete ser a grande atração, tendo um tanque de observação, onde as pessoas poderão tocar em alguns animais. O visitante poderá contemplar as espécies nas laterais e acima de sua cabeça, se informar sobre o clima, a água e os ecossistemas do Pantanal por meio de slides, mapas, maquetes e aparelhos sensoriais, lupas virtuais e microscópios especiais para ver espécies minúsculas, além de ter um tanque de observação com 390 m³ deverá reproduzir a fauna de Bonito, com possibilidade para mergulhos.
O prédio possuirá um amplo saguão, equipado com banheiros, setor de informações, escadas rolantes comuns e elevadores próprios para portadores de necessidades especiais com acesso para todos os setores, restaurante, lanchonete, biblioteca especializada em biodiversidade de água-doce, bancada de interação e auditório para 250 pessoas. Logo atrás do palco do auditório também será construído um aquário de 105 m³.
Após a inauguração, o Aquário Pantanal se tornará um novo cartão postal para Mato Grosso do Sul, desta forma é esperado um aumento significativo do fluxo de turistas para Campo Grande, beneficiando também vários setores da Capital, entre eles o hoteleiro, alimentício, transportes aéreos e rodoviários.
A AACC/MS (Associação dos Amigos das Crianças com Câncer de Mato Grosso do Sul) é uma instituição exemplo, que visa contribuir para erradicação do câncer infanto-juvenil. Sua atuação é sem fins lucrativos e trabalha para tratar e curar crianças e adolescentes com câncer, com idade entre 0 a 18 anos, vindas de Campo Grande, interior de Mato Grosso do Sul e de outras cidades e do estados e de países visinhos.
A instituição atua junto com o sistema de saúde municipal, estadual e federal. Em parceria com o Hospital Regional de Mato Grosso do Sul (Hospital Regional Rosa Pedrossian) tem-se o CETOHI - Centro de Tratamento Onco-Hematológico Infantil, instalado no 8º andar, com 34 leitos, onde se processa o tratamento via SUS.
O CETOHI - Centro de Tratamento Onco-Hematológico Infantil, fica no 8° andar do Hospital Regional Rosa Pedrossian e é lá que as crianças recebem o tratamento. Este Centro fará 10 anos este ano graças à parceria feita em 2000 entre a AACC/MS, UFMS e Governo do Estado.
- Como ajudar a AACC/MS:





O Tereré ou Erva Mate (Ilex paraguariensis) é uma bebida típica de Campo Grande que é tomada gelada com água, sucos, hortelã ou limão. Sua origem é indígena, especificamente guarani e o nome "tereré" vem do ruído do ronco da guampa, quando a bebida está terminando. Em castelhano o correto é tererê, enquanto no Brasil o mais habitual é ser chamado de tereré.
A bomba é um dos utensílios usado para tomar o tereré. Ele é o instrumento por onde o mate será sugado. Geralmente é usado uma bomba de tubo chato, que se adapta melhor ao bocal da guampa, mas no caso do chimarrão pode ser substituído pelo formato tubular.
Estudos detectaram a presença de muitas vitaminas, como as do complexo B, as vitaminas C e D, além de sais minerais, como cálcio, manganês e potássio. O consumo da erva marte ajuda a combater os radicais livres, mas não é indicado para pessoas que sofrem de insônia e nervosismo, pois é estimulante natural.
Algumas das propriedades da erva mate é que ela auxilia na digestão e produz efeitos anti-reumático, diurético, estimulante e laxante. Para alguns o tereré uma das maneiras para se curar a ressaca da bebedeira do dia anterior. A erva mate também contém saponina, que é um dos componentes da testosterona, razão pela qual melhora a libido.
CURIOSIDADES:
- Para se tornar uma Guampa de Tereré, o chifre é extraído do boi, esvaziado e fica enterrado na lama por uns 15 dias para acabar com as impurezas, onde só depois é que fica pronta para o uso.
- Em uma roda de tereré, uma pessoa fica responsável por sempre servir a água.
- Por tradição, em uma roda de tereré, deve-se servir o tereré em sentido anti-horário, devido ao movimento feito pelos laçadores.
- A microcervejaria Dado Bier lançou uma cerveja de mate, a "Ilex".
- A banda Engenheiros do Hawaii, do Rio Grande do Sul, compôs uma canção com o nome científico da erva mate, a música "Ilex Paraguariensis". O Grupo Zíngaro, do Mato Grosso do Sul, fez uma música chamada “Roda de tereré” para homenagear o costume local.
- A erva mate também é a erva dos conhecidos chá-mate e chá verde nacional.
Os dez mandamentos do tereré:
Quem mora em Campo Grande sabe que atualmente quando se fala em música sul-mato-grossense é sinônimo de falar que é sertanejo e violada. Duplas de sucesso como Thúlio e Thiago, Maria Cecília e Rodolfo, Gilson & Junior, João Bosco e Vinícius, Jads e Jadson, sem esquecer dos grupos com a influência gaúcha como Grupo Tradição, Zíngaro, Alma Serrana são sucesso na Cidade Morena.
O Sertanejo possui maior público em Campo Grande, os motivos, são vários, os principais são: O gênero considerado como novo Sertanejo, denominado de Sertanejo Universitário, já é um gênero muito conhecido e muito executado pelas rádios locais; Há um grande volume de público jovem em shows, e como o nome já diz o público é em sua maioria universitário; Mato Grosso do Sul possui um grande número de duplas sertanejas espalhadas por todo Estado que vem para fazer shows não só em Campo Grande, mas também no interior de São Paulo, Minas Gerais, Parana e Goiania, deixando-os com mais prestígio na região; Além de grande volume de duplas, em Campo Grande há um farto espaço para apresentações de duplas sertanejas; sem esquecer que boa parte da economia gira em torno do agronegócio o que leva mais pessoas ouvirem sertanejo por ser uma música rural. Resumindo tudo é favorável para que o sertanejo seja o principal gênero musical de Campo Grande.
Os gêneros regionais e de fronteira são sempre lembrados pela belas e antigas músicas, mas não possuem a mesma aceitação. Estes são sempre lembrados para o público jovem em versões como “Mochileira” com Filho dos Livres (Geraldo Rocca) ”Trem do Pantanal” (Paulo Simões / Geraldo Rocca) e “Cavaleiro da Lua” (Almir Sater) com O Bando do Velho Jack ou nas raras apresentações de Almir Sater e Família Espíndola na cidade.
No Segundo e quarto domingo do mês acontece o Som da Concha, na “Concha Acústica Helena Meireles” que fica no Parque das Nações Indígenas, um projeto da Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul (FCMS) que leva duas atrações da música sul-mato-grossense, principalmente pop, rock, blues, reggae, sempre uma banda de abertura e outra principal.
A música eletrônica é um gênero musical bem forte em Campo Grande, mas já teve mais espaço com as extintas boates Mister Dan, Limit, D-Edge, teve também a “Organic” uma das primeiras raves no Brasil. Hoje os principais locais são: Garage, Tozen, Tango e Toca Espaço Bar. O Garage faz o maior evento de Música eletrônica de Campo Grande que se chama Garage Stadium realizado no Estádio Morenão. Os principais Djs de Campo Grande são André X, Bruna Moura, Márcio Casagrande, Thiago Queiroz, Danilo Bachega, Marquinhos Espinosa. Campo Grande continua sendo uma das principais cidades-alvo dos DJs internacionais.
O Rock, Blues e Reggae não possuem muito espaço, no entanto o público está sempre presente. Locais como Bar Fly, 21 Bar e Lazer são os preferidos pelos jovens seguidores deste gênero. Campo Grande tem grande bandas de rock como Bando do Velho Jack (finalista do Skol Rock), Olho de Gato, Kayoás, Muchileiros, Filho dos Livres, Jerry Espindola e Croa entre outros.
Um grande diferencial do Mato Grosso do Sul é a existência de um sub-gênero único no país que se chama Polca Rock, uma mistura de rock, o chamamé, a guarânia e a polca-paraguaia. As bandas Rodrigo Teixeira & Mandioca Loca e Jerry Espíndola & Croa e Filho dos Livres são grande exemplos deste estilo de rock regional.