terça-feira, 18 de maio de 2010

Aquário Pantanal - CEPRIC

Centro de Pesquisa e Reabilitação da Ictiofauna – CEPRIC é um projeto de criação de um aquário municipal de água doce em Campo Grande-MS.

O Aquário Pantanal, nome popular para o CEPRIC, ficará localizado dentro do Parque das Nações Indígenas (próximo da Avenida Afonso Pena), será o maior aquário nacional e primeiro de porte internacional do Brasil (com padrão chamado de “Word Class Aquarium”), com 17 mil metros quadrados (90m de comprimento e 18m de altura), 16 grandes aquários dentro do prédio, além dos 05 instalados na área externa, neles estarão presente 4.275.000 litros de água e 263 espécies da fauna aquática.

O projeto do Aquário Pantanal é do arquiteto Ruy Ohtake e vem sendo elaborada por Ruy e o oceanógrafo Hugo Gallo, juntamente com secretários de Estado de Governo do Estado de Mato Grosso do Sul.

As obras de construção do aquário devem começar no segundo semestre de 2010 e a conclusão deve ser no final do ano de 2011 (duração aproximada de 18 meses), serão investidos cerca de R$ 80 milhões vindos do programa estadual MS Forte. Para receber o aquário, o Parque das Nações Indígenas receberá também um investimento de R$ 1,2 milhão para a iluminação pública, a obra deve durar seis meses.

O aquário possui propósitos contemplativos, turísticos, educacionais e científicos. A finalidade do projeto é incentivar o desenvolvimento de projetos de pesquisa e diálogos com universidades nacionais e internacionais, educação ambiental e ainda funcionar como um espaço de turismo e lazer para a população campo-grandense.

O aquário apresentará espécies de peixes, anfíbios e répteis da fauna sul-mato-grossense, parte das espécies vegetais locais, além de espécies da Amazônia, Bacia do Paraná e do litoral brasileiro, tornando-se referência mundial como aquário de água-doce.

Todos os tanques serão separados tematicamente, entre espécies e ambientes geográficos. Eles demonstrarão a biodiversidade do Brasil com reproduções de manguezais, mar costeiro, bacia e ornamentais amazônicas, além da fauna e flora do Pantanal e de Bonito. O maior tanque será o do Rio Paraguai, com capacidade total de 1.480 m³ e túnel de acrílico em formato cilíndrico.

A interatividade promete ser a grande atração, tendo um tanque de observação, onde as pessoas poderão tocar em alguns animais. O visitante poderá contemplar as espécies nas laterais e acima de sua cabeça, se informar sobre o clima, a água e os ecossistemas do Pantanal por meio de slides, mapas, maquetes e aparelhos sensoriais, lupas virtuais e microscópios especiais para ver espécies minúsculas, além de ter um tanque de observação com 390 m³ deverá reproduzir a fauna de Bonito, com possibilidade para mergulhos.

O prédio possuirá um amplo saguão, equipado com banheiros, setor de informações, escadas rolantes comuns e elevadores próprios para portadores de necessidades especiais com acesso para todos os setores, restaurante, lanchonete, biblioteca especializada em biodiversidade de água-doce, bancada de interação e auditório para 250 pessoas. Logo atrás do palco do auditório também será construído um aquário de 105 m³.

O prédio também contará com um acesso ao córrego do Parque das Nações. Neste mesmo local estarão as instalações para os funcionários do aquário, o necrotério de animais, e a área de quarentena.

Após a inauguração, o Aquário Pantanal se tornará um novo cartão postal para Mato Grosso do Sul, desta forma é esperado um aumento significativo do fluxo de turistas para Campo Grande, beneficiando também vários setores da Capital, entre eles o hoteleiro, alimentício, transportes aéreos e rodoviários.

Uma visita rápida ao aquário pode levar até quarenta minutos, mas para poder aproveitar tudo que o aquário oferece a visita deverá durar por volta de três horas. O valor do bilhete de entrada não está definido, mas terá preços por volta de R$15,00.




VÍDEOS:





Fontes:
PMCG
Portal MS
Campo Grande News

Vídeo:
TV Morena
Informe Publicitário

quarta-feira, 12 de maio de 2010

SOPA PARAGUAIA - A SOPA QUE NÃO É SOPA

Quem não conhece pode ter certeza que vai estranhar e se surpreender. A imagem ao lado é de uma sopa, isso mesmo, é a imagem da Sopa Praguaia.

Se você é de Mato Grosso do Sul, provavelmente já conhece, no entanto imagine uma pessoa que não conhece a cultura sul-mato-grossense nessas duas situações:

1- Você chega à Campo Grande em uma noite fria e o anfitrião convida você para comer uma Sopa Paraguaia, ao servir a mesa ele coloca garfo e faca, é no mínimo estranho, né?

2- Tardezinha, passeando pela cidade de Campo Grande num calor imenso e te oferecem Sopa Paraguaia, qual seria a sua resposta? Acredito que seria algo como “Você tá doido, tomar sopa nesse calor?”.

A verdade é que a Sopa Paraguaia (também conhecida com o nome de Chipa Guazú ou Chipa Guasú no Paraguai) de sopa só tem o nome mesmo, pois se aparenta mais com um bolo salgado ou um suflê feito de milho, queijo e cebola. É comum se comer a Sopa Paraguaia em época de festa junina e em Corumbá também comum comer no Domingo de Páscoa. Existem várias explicações para este salgado ser chamado de sopa, algumas das teorias são:

1ª Teoria - em meados de 1800 a cozinheira do ditador Carlos Antônio López errou a receita de uma sopa e deixou cair muita farinha de milho na panela e quando chegou a hora de servir o jantar levou a travessa de torta à mesa ao invés da sopa, outros dizem que a receita originalmente era realmente uma sopa, mas a cozinheira distraída esqueceu de desligar o fogo e a sopa acabou solidificando.

2ª Teoria - A sopa foi criada durante a Guerra do Paraguai (1865/70), a receita originalmente era uma sopa, mas pela dificuldade de transporte foram acrescentados outros ingredientes deixando-a mais sólida.

3ª Teoria - É apenas uma confusão entre paraguaios e brasileiros, sendo que o termo “sopa” para os paraguaios residentes na fronteira com Mato Grosso do Sul, significa torta, e o que nós brasileiros chamamos de “sopa” eles chamam de “ensopado” ou "caldo".


A RECEITA:

Como muitas das grandes receitas, aparentemente a Sopa Paraguaia também nasceu por um acidente, é muito saborosa e bem simples de ser feita:


PREPARO:

-500g de flocos de milho pré-cozidos
-1 litro de leite morno
-6 espigas de milho verde
-4 ovos
-3 colheres (sopa) de margarina
-1/2 xícara de óleo
-5 cebolas cortadas em rodelas
-sal a gosto
-fermento químico
-1 queijo de minas inteiro ralado (aproximadamente 1kg)


PREPARO:

Refogue as cebolas na margarina e no óleo e bata no liquidificador com os ovos e o milho verde. Reserve. Ferva o leite, leve em recipiente grande os flocos de milhos e acrescente o leite e misture. Depois acrescente a mistura do liquidificador.

Misture bem e acrescente a metade do queijo ralado, o sal e o fermento químico. Jogue o restante do queijo por cima. Unte a forma com óleo e leve para assar.

Categoria: Torta/Bolo salgado
Comida Típica: Paraguaia/Brasileira
Tempo de Preparo: De 40 minutos até 1 hora
Tipo de Preparo: Assados
Rendimento: 8 porções
Dica importante: É bom assar em fôrma grande para o bolo ficar com o tamanho pequeno, pois se não a receita não fica bem assada.

Então se você não é de Mato Grosso do Sul, já sabe, Sopa Paraguaia é um prato que se come (uma espécie de bolo salgado) e não se toma.



VÍDEOS COM RECEITAS DE SOPA PARAGUAIA:






Fotos: Felipe Mesquita
Vídeos: Emissora MS Record

terça-feira, 4 de maio de 2010

CABEÇA A PRÊMIO

O filme “Cabeça a Prêmio” é uma adaptação do livro homônimo de Marçal Aquino. O filme marcou a estreia de Marco Ricca como diretor de cinema.

Foram sete semanas de gravações em Mato Grosso do Sul e as filmagens ocorreram no final de 2008, nas cidades de Bonito, Corumbá, Campo Grande, Sidrolândia e também na fronteira com a Bolívia.


O filme conta com grandes estrelas brasileiras em seu elenco como Eduardo Moscovis, Cássio Gabus Mendes, Alice Braga, Daniel Hendler, César Trancoso, Otávio Muller, Fúlvio Stefanini, Ana Braga, Via Negromonte. O filme também conta com participações de dois atores estrangeiros: o argentino Daniel Hendler e o uruguaio César Trancoso.



SINOPSE:

Miro (Fúlvio Stefanini) e Abílio (Otávio Muller) são irmãos e prósperos pecuaristas do centro-oeste brasileiro. Simultaneamente, controlam uma pequena rede de negócios ilícitos. Miro possui forte ligação afetiva com sua família, em especial a esposa Jussara (Ana Braga) e a filha Elaine (Alice Braga). Abílio discorda do modo como o irmão conduz seus negócios e acompanha, de longe, o envolvimento da sobrinha com o piloto Dênis (Daniel Hendler). A revelação deste romance e as investidas de Abílio contra Dênis mudam completamente o panorama familiar.


FICHA TÉCNICA:

Título original: Cabeça a Prêmio
Gênero: Drama
Duração: 01 hs 44 min
Lançamento: 06 de agosto de 2010 (Brasil)
Estúdio: Academia de Filmes / Ricca Produções
Direção: Marco Ricca
Elenco: Alice Braga (Elaine), Daniel Hendler (Dênis), Otávio Muller (Abílio), Fúlvio Stefanini (Miro), Eduardo Moscovis, Cássio Gabus Mendes, César Trancoso, Ana Braga, Via Negromonte, Daniel Hendler.
Roteiro: Felipe Braga e Marco Ricca, com colaboração de Marçal Aquino e baseado em livro de Marçal Aquino
Produção: Marco Ricca e Paulo Schmidt
Música: Eduardo Queiroz
Fotografia: José Roberto Eliezer
Direção de arte: Luiz Roque
Edição: Manga Campion
Status: Inéditos


PRÊMIOS:


- FESTIVAL DO RIO

Ganhou:

Menção Honrosa (Atuação): - Fúlvio Stefanini

- FESTCINE GOIÂNIA
Ganhou:

Melhor Atriz - Alice Braga
Melhor Ator Coadjuvante - Otávio Muller
Melhor Atriz Coadjuvante - Via Negromonte



Entrevista com Marco Ricca - Programa do Jô:





Festas e Evento - Lançamento do Filme "CABEÇA A PRÊMIO":